pois bem, em poucos dias acontecerá o teste final
\n\n\no exame de condução
\n\n\nhá fortes probabilidades de correr bem, mas só apos o veredicto é que saberei
(Leia o post original aqui:[june 4 = D day])ou seja, o inicio original, que agora não passa de uma cópia
pois bem, em poucos dias acontecerá o teste final
\n\n\no exame de condução
\n\n\nhá fortes probabilidades de correr bem, mas só apos o veredicto é que saberei
(Leia o post original aqui:[june 4 = D day])não consigo realmente entender o fascinio que o nosso povo tem pelas feiras.
\n\n\na confusão, os gritos, o clamar dos vendedores, a ganancia de quem vende e o desespero de quem compra.
\n\n\npara quê, poupar? não acredito que se poupe, na melhor das hipoteses, estamos a fomentar o negócio ilícito.
\n\n\ncertamente que a larga maioria dos feirantes desenvolve um negócio legitimo, mas estou mesmo é a falar dos restantes.
(Leia o post original aqui:[feiras, vendas ambulantes e outras debutantes])ontem à noite recebi mais um email que considero histórico.
\n\n\nfoi tão somente a confirmação que o meu pedido de fundos para a viagem de Junho foi aprovado.
\n\n\nfica então aqui um excerto do mesmo:
\n\n\r\nDear Luis,\r\n\r\nThank you for applying to The Linux Foundation Travel Fund\r\nfor assistance. It is our pleasure to inform you that you\r\nhave been approved for sponsorship...\r\n\r\nRegards,\r\nJim Zemlin, Executive Director\r\nThe Linux Foundation\r\n\n\n\n
depois de já ter reservado o hotel, e de ter a pré-reserva do voo, este foi mais um 'milestone' na confirmação da minha viagem
(Leia o post original aqui:[mais um dia histórico])uma imagem vale mais do que mil palavras.
\n\n\n
[a arte de partir um prato])
Dolce Vita Tejo
\n\n\n\né de facto grande, só resta saber se é grande coisa.
\n\n\na maioria das lojas estão abertas, um espaço ou outro em acabamentos finais ou para abrir em breve.
\n\n\na restauração é mais do mesmo, sem inovação.
\n\n\nagora, não sei onde é que foram buscar a ideia de que a praça central é do tamanho dos Restauradores. grande é, mas não exageremos.
(Leia o post original aqui:[dvt])pois bem,
\n\n\no desafio era simples, 10 perguntas para responder em 10 minutos,
\n\n\no local era o mais secreto possível, literalmente debaixo da ponte Vasco da Gama,
\n\n\na entidade: IMTT, propósito do desafio: teste teórico para carta de condução categoria A,
\n\n\nresultado: aprovado com 0 perguntas erradas.
\n\n\no exame prático será marcado amanhã, deve demorar provavelmente 3 a 4 semanas a saber a data do mesmo.
(Leia o post original aqui:[desafio superado])em Junho deste ano, vou participar na FUDcon 2009, em Berlim.
\n\n\nconfirmaram-me que há patrocinio parcial para os custos da viagem, e dos que já disseram que sim, sou o numero 76.
\n\n\nmais detalhes assim que os tiver
(Leia o post original aqui:[Ich bin ein Berliner])mesmo com a hibernação da semana passada, o trabalho ainda está apenas a 70%
\n\n\ndurante as pausas, fui fazendo um esforço pela concentração mas acabei por optar pelo descanso da mente e continuar o meu périplo pela terra santa.
\n\n\nquase que já fez um ano que comecei um dos jogos mais espectaculares que já joguei até hoje e hoje, finalmente terminei-o.
\n\n\na história não era bem o que eu estava à espera, mas também já me tinham dito que o jogo não era bem o que parecia.
\n\n\nem resumo, adorei.
(Leia o post original aqui:[a meio de...])vou entrar em modo de hibernação ligeira.
\n\n\ndurante os próximos dois dias, vou estar em reclusão absoluta, para ver se consigo terminar a minha obra grandiosa das novas oportunidades.
\n\n\naté lá, portem-se bem(mal)
(Leia o post original aqui:[hibernação])a espera valeu a pena!
\n\n\njá tinha os bilhetes desde o dia em que a TicketLine os teve à venda. mas tive que esperar até hoje para finalmente ir ver o espectáculo.
\n\n\neis um pequeno momento, gravado em glorioso formato digital :)
\n\n\nontem, após um dia de trabalho, decidi tomar o caminho mais longo entre onde eu estava e o meu destino.
\n\n\ntinha tempo, é certo, mas resolvi apreciar o passeio e poupar o ambiente. lancei-me a caminho junto ao mar, pela famosa Estrada Marginal.
\n\n\nà minha volta, os alucinados passavam por mim, como se eu estivesse parado, não lhes liguei, eles continuavam alegremente a parar nos sinais-radar de controlo de velocidade e eu nem abrandava. enfim, por um par de vezes tive mesmo que parar.
\n\n\ntudo louco, tudo parvo, tudo a correr nem sei bem para onde.
\n\n\nentrei na dita em Paço D'arcos, com calma e fui apreciando o mar. com cuidado e sem distracções, ia tomando atenção à estrada e à vista marítima, uma de cada vez.
\n\n\nnão resisti a parar na junto à praia de Carcavelos, onde fiquei uns minutos a apreciar os surfistas e demais utilizadores da praia.
\n\n\numa temperatura razoável, dezanove graus, convidava a estar fora e não dentro de quatro paredes.
\n\n\nvoltei à estrada, rumo ao meu destino
\n\n\n...
\n\n\nna volta, e apesar de já passar das oito da noite, resolvi voltar pelo mesmo caminho.
\n\n\no transito mais calmo, sem sinais da loucura anterior, fez com que apreciasse ainda mais a volta.
\n\n\nestranhamente e apesar da hora já tardia, em fim de telejornal, estavam uns maduros a \"jogar à bola\" no campo iluminado da praia de Carcavelos.
\n\n\na maré baixa e a iluminação artificial, conferia à praia um ar místico, surreal, talvez um pouco de filme de suspense, mas estranhamente agradável e apelativo. não fossem os arrepiantes quinze graus, bem que iria visitar o areal.
\n\n\nmas a fome obrigou-me a seguir, para casa, esse reduto acolhedor.
\n\n\nresta a memória de um agradável lugar, entre o fim do dia e o principio da noite
(Leia o post original aqui:[passeio simples])fiz parte do grupo de beta testers da versão Linux do World Of Goo e sim, o meu nome consta dos agradecimentos :).
\n\n\na 12 de Fevereiro esta versão foi anunciada.
\n\n\nontem, perguntei a um dos autores do jogo, como é que a coisa estava a andar, relativamente às vendas,
\n\n\n\n\n\nUnofficially, it's been a sales spike today, thanks to slashdot and a bunch of linux blogs.\nI'm glad there are linux gamers out there after all!
\n\nKyle
sim, é verdade, existem jogadores que utilizam Linux como sistema operativo e não teem medo de comprar jogos. e provavelmente não compramos mais jogos, porque as editoras não os publicam, o que é realmente muito triste.
\n\n\né o chamado circulo vicioso, não se fazem jogos para Linux porque ninguém os compra, mas ninguém os compra porque não há jogos para Linux.
\n\n\ntriste.
(Leia o post original aqui:[mais vícios])nunca imaginei que para um percurso tão curto, chegasse aos dez mil em tão pouco tempo.
\n\n\npouco mais de três anos, foi o que demorei.
\n\n\ne o mais engraçado é que nunca passei dos 70Km/h, o que é um feito!\nou aliás caracteristica dos ciclomotores e o seu limite de velocidade.
\n\n\na minha Aprilia Rally 50 está de parabens! (e também em fim de vida)
(Leia o post original aqui:[10000Km em duas rodas])acabei hoje o World of Goo, um jogo produzido e realizado por uma equipa independente de dois rapazes de San Francisco, California.
\n\n\neste é daqueles jogos que não se esquecem, começou por ser uma ideia apresentada num site de jogos experimentais e cresceu até ser um jogo completo.
\n\n\nextremamente viciante, é de tal forma que não se consegue parar de jogar.
\n\n\nfoi o que me aconteceu.
\n\n\napesar deste jogo não ter qualquer tipo de protecção anti-cópia (coisa em que os autores não acreditam), e de poder ser encontrado por aí, os $20USD que custa valem bem a pena, recomendo vivamente!
(Leia o post original aqui:[há vicios e vicios])há já algum tempo que ando para voltar a entrar em contacto com malta que conheço.
\n\n\numas vezes falta tempo, outras falta alembradura.
\n\n\nmas este ano, voltei a atacar... e em grande!
\n\n\ngraças aos meus contactos no LinkedIn, consegui localizar o Vasco, o que depois de alguma troca de emails deu em amena cavaqueira e até, imagine-se, ameaça de um jantar com os velhos conhecidos...
\n\n\ndepois, e não contente com o facto, fui chatear o Mr. Net, o famoso PLS, também com este velho amigo, voltou a haver a bela ameaça de almoço.
\n\n\nvamos a ver como é que a reunião corre, é que os pioneiros da internet em Portugal, também se gostam de reunir á mesa, mesmo que seja apenas para gozar com as carecas de uns e as barrigas de outros.
\n\n\nà amizade!
(Leia o post original aqui:[novo ano, velhos amigos])Lentamente levantei o tabuleiro e arrumei o livro, já não me apetecia ler.
\n\n\nA viagem ainda iria durar mais umas cinco horas e o melhor seria mesmo dormir.\nEnquanto tentava ignorar o ruido ambiente dos motores a jacto e o burburinho das pessoas, fechei os olhos.\nTerei feito a escolha certa?\nDeixar para trás tudo o que construi durante metade da minha vida, tudo em troca de um futuro e carreira incertas.
\n\n\nMountain View, California, que nome mais estranho para o meu destino.\nA proposta foi mais forte, larguei mesmo tudo pela carreira, familia e amigos incluidos.\nSó de pensar nas infinitas possibilidades que estavam agora ao meu alcance valeu tudo.
\n\n\nPoucas horas tinham passado e já sentia saudade do meu pais.\nOs sentimentos são uma coisa tramada, quanto mais dizemos que não os temos, mais os sentimos.\nAnima-te rapaz, pensei eu...\nE com este pensamento tentei dormir.
\n\n\nMuito ao longe ouvi algo que pareceu ser o aviso da aproximação do destino.\nEsforcei-me por acordar, já que tinha sido esta a primeira vez que tinha conseguido dormir num voo transatlantico.
\n\n\nArrumei as coisas na mochila e preparei-me para a chegada.\nPlaneei mentalmente os passos seguintes, recolher a parca bagagem, levantar a \"banheira\" no rent-a-car e iniciar o caminho rumo ao novo local de trabalho.
\n\n\nEra domingo, mas segundo sei, esta lá sempre alguem para receber os novos 'inquilinos'.\nEnquanto esperava pela bagagem, mudei de ideias, decidi ir ver primeiro ver o mar, já que nunca vi o Pacifico.\nDeve ser diferente do atlantico, este deve ter a agua mais molhada...
\n\n\nEsta gente é mesmo estranha, uns doidos pela comida, outros pela forma, mas no geral estranhos mesmo.\nProvavelmente dirão o mesmo da terra de onde venho.
\n\n\nSempre é verdade a tal historia da cultura sobre rodas.\nEstou agora a pé junto ao mar e a grande maioria dos carros tem lixo nos bancos de trás.
\n\n\nE o mar afinal é parecido, azul esverdeado, tal como o nosso, a praia é limpa e asseada, tal como a nossa seria se fosse limpa todos os dias.\nE o ar, muito identico tambem acima de tudo fresco e agradável.\nVoltei á estrada.
\n\n\nSegui as instruções que o gps me ia dando e no meio da confusao geral, lá fui andando.\nCheguei ao complexo e afinal isto é mesmo grande.\nAbri a porta do apartamento, 'think big' pensei eu, mas nada me preparou para isto, tanto espaco só para mim!
\n\n\nE a vista que eu tinha!\nSó por isto a viagem já valeu a pena.\nAtirei a tralha para um canto e liguei o televisor.\nPublicidade, toneladas dela, em quase todos os canais e logicamente, desliguei o aparelho... Agarrei no mp3 e ouvi qualquer coisa, sempre e melhor que anúncios.\nAmanhã o dia vai ser longo, o descanso vai ter prioridade.\nFico a saber qual o tamanho de um cubiculo e fico contente por saber que os nativos são enormes, mais espaco fica para mim.
\n\n\nPrimeira reunião de grupo, sou apresentado ao resto da equipa.\nDepois de uma discussão sobre os projectos em curso e da respectiva distribuição de tarefas, voltamos para o open-space.
\n\n\nPareceu-me que a equipa me aceitou bem e alguns até mostram algum interesse em ajudar na integração.\nO passeio até ao apartamento faz-se a pé e num instante, isto de viver e trabalhar no mesmo local é bastante agradavel.\nA semana passou num instante e no sábado fui a uma aula de bodyboard, que um colega ia dar.
\n\n\nAfinal a água e mesmo molhada, tal como no atlântico.\nE estranho ouvir tanta indicação em inglês e passado um pouco já fazemos confusão com o esquerdo e o direito.\nMas a aula correu bem.
\n\n\nFomos almoçar a um restaurante mexicano, que é da praxe para os novos colegas.\nComecaram logo com a historia do picante mas saiu-lhes o tiro pela culatra, pois assim que provei pedi mais picante.
\n\n\nComo é logico, um dos engracadinhos pensou que eu estava no gozo e provou do meu prato.\nÉ giro ver um nativo a mudar de cor...
\n\n\nDispensei a noitada que me foi proposta e fui descansar.\nA televisão aqui e mesmo um horror, intervalos a cada dez minutos, cinco para programas com mais audiencia.
\n\n\nNovo projecto, detesto java, mas só se pode usar isto...\nNo geral é sempre bom avancar para projectos novos, desde que haja incentivos decentes, o que não acontecia no passado.
\n\n\nÉ este o lado positivo das grandes empresas, há sempre lugar para a inovação.\nRaramente há estagnação, mesmo nas empresas mais antigas. Essas há muito que aprenderam que o estagnar é a morte anunciada.
\n\n\nMesmo que não haja lucro à vista, o que importa é investir na inovação.
\n\n\n...
\n\n\nOs primeiros três meses passaram num apice e subitamente tive um ataque forte de saudade. ?\nÉ o que acontece quando damos um passo maior do que a nossa perna.
\n\n\nClaro que a vida não é só isto, embora seja uma das partes mais importantes.\nLiguei à família, que mais podia fazer? Como tanta coisa mudou em tão pouco tempo!
\n\n\nE fica curioso o facto de quão pouco do que pensavamos que nos iria afectar se torna em bastante num instante.\nMas rapidamente voltei ao ritmo de trabalho.
\n\n\nApenas para receber um duro golpe, a minha participação no projecto tinha chegado ao fim. As altas patentes assim o decidiram.\nAparentemente, todo o projecto estava a passar um fase negra, eu já sabia que outras áreas tinham também tido alguns sub-projectos cancelados, mas à boa maneira Portuguesa, sempre pensei que 'isso só acontece aos outros'...
\n\n\nTriste e desiludido, voltei ao apartamento.\nO sono tardava em chegar, a dor, o sacrifício, o desespero e tantas outras coisas impediam-me de conseguir desligar.
\n\n\n\nMas por fim o sono chegou, adormeço com a incerteza, o que será que o dia seguinte me reserva?\n(C) 2009 Luis Correia
(Leia o post original aqui:[o principio de uma vida nova])hipócritas de todo o mundo, uni-vos!
\n\n\nchega a altura do ano em que parecemos o que não somos, dizemos o que não sentimos e apenas suportamos a hipocrisia geral.
\n\n\npensem nisto!
(Leia o post original aqui:[a pior altura do ano])