25/03/2008

a instabilidade da coisa

(Leia o post original aqui:[a instabilidade da coisa])

a coisa e o coiso são dois eufemismos que usamos frequentemente para quando temos falta de palavras para exprimir algo, mas que os que estiverem dentro do contexto percebem.

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arranjar maneira de referir o coiso de outra forma é por vezes muito mais dificil do que pensavamos à primeira vista, até poruqe o coiso é sempre mais giro, dá origem a interpretações menos correctas e muitas vezes caricatas.

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a piada está em fazer com que a coisa pareça mais um objecto abstracto do que propriamente aquilo que é na verdade.

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de facto a responsabilização da parte dos superiores é uma 'coisa' complicada. nem sempre há os frutos horticulas à mão para poder dar o proverbial murro na mesa, pois como a 'coisa' não ficou definida, ninguem quer pegar no 'coiso'.

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e o facto que agrava de forma absurda é (já várias vezes aqui citado) a vontade de fazer algo sem na verdade haver esforço para o fazer. exemplo: algo tem que ser feito, algo que todos querem ter, mas que ninguem quer fazer. a 'coisa' fica assim complicada, técnicamente fazível mas politicamente difícil de implementar. mais, como a responsabilidade é um fardo demasiado pesado para transportar, deixa-se tudo na nuvem, à espera que alguem se interesse pela 'coisa' e que a leve a bom porto.

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o resultado está obviamente à vista, bostada garantida.

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não é a coisa nem o coiso que estão instáveis, é antes toda a máquina que produz a necessidade para que hajam coisos e coisas mal definidas, é essa sim é a essencia que as alimenta e que em ultima análise a mantém a funcionar. ou seja, somos todos movidos a bosta.

(Leia o post original aqui:[a instabilidade da coisa])

as verdades são para ser ditas

(Leia o post original aqui:[as verdades são para ser ditas])

ou talvez não.

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um dos eufemismos desta época são as verdades. o mundo 'corporativo' (ou em português, empresarial) está cheio de falsas verdades, diz-se o que for preciso para atingir a meta a curto prazo, doa a quem doer. já não importa incentivar o espírito de equipa, o trabalhar para o mesmo fim.

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não,

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o que importa mesmo é (em vernáculo mais brejeiro) \"sacudir a água do capote\" e seguir em frente.

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quantas não são as vezes em que vos dizem hoje algo como se fosse a verdade suprema, \"que fazemos e acontecemos\", mas que amanhã, de rabinho dorido nos veem dizer que \"bom... erm... afinal... parece que não é bem assim...\". estas pessoas só teem um nome, cobardes.

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sou apologista de meter o dedo na ferida, apontar esse mesmo dedo, por vezes sujo de sangue, a quem for culpado da situação (não para me safar) com o único intuito de tentar fazer ver que nem todos são parvos e que importa corrigir o que está errado e não passar a vida a dizer sim a tudo e todos.

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acordem!

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talvez assim consigam evoluir...

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porque a verdade vem sempre, mas verdadeiramente sempre acima

(Leia o post original aqui:[as verdades são para ser ditas])

21/03/2008

grande prémio da actividade física

(Leia o post original aqui:[grande prémio da actividade física])

não é meu costume habitual anunciar acontecimentos ou celebrações, mas neste caso acho bem fazer uma excepção.

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no proximo sábado dia 29 de março, vai haver a oportunidade de andarmos pelo autódromo do estoril em veiculos não motorizados. e eu vou lá estar com a minha bicicleta para fazer um reconhecimento ao novo traçado.

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isto porque a ultima vez que lá andei, a formula 1 ainda não tinha por lá andado, foi na década de 90, entre 94 e 96, já que como não tenho fotos a provar o acontecimento a memória também não ajuda :)

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apareçam, eu vou estar por lá

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mais informações no site da Câmara Municipal de Cascais

(Leia o post original aqui:[grande prémio da actividade física])

16/03/2008

the vista flop

(Leia o post original aqui:[the vista flop])

i've been avoiding writing about the latest installment of the desktop operating system made by those guys from Redmond. some say that it is preety, others say it's the best thing ever, others even say that this is the most revolutionary thing they have ever seen!

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me? well, i've tested it twice now, the first time in a celeron 2.6ghz/512Mb machine, and the conclusion is obvious, it's rubbish! while formerly the machine worked rather well, it now crawls on the floor, with all the ram used by the operation system, and unresponsive is the best adjective one could use. you've guessed it right, i've reverted to the old version of the desktop operating system.

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the second test was made at home, using a pentium4 2.4ghz/HT + 2Gb ram. the results didn't vary that much, although the extra ram makes it perform way lot better then before.

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two simple conclusions for now, either wait for the bugfix release (they call it a service pack, who knows why?) or if you really want something preeeeeety, get a MAC.

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update!\nthere is hope, just read this: “It’s Windows Vista without the bloat!“

(Leia o post original aqui:[the vista flop])

a incerteza

(Leia o post original aqui:[a incerteza])

acordei de repente, cheio de frio.\nnão me lembrava de nada, nem mesmo o meu nome.\nestava deitado na terra húmida, algures num campo deserto.

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era noite cerrada, o vento soprava forte, como se chamasse a chuva.\nesta chegou, fraca no inicio, mas ficando cada vez mais forte.\nde repente, o instinto pela sobrevivencia foi mais forte.

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aos tropeções comecei a andar, depois a correr, sem rumo, sem direcção, apenas com o proposito de me abrigar.\ncomecou a trovejar, bem forte.\na recordacao dos ensinamentos da infancia lembraram-me de fazer as contas entre o relampago e o trovão.

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era claro, a tempestade aproximava-se rapidamente.\na chuva fria clareou o raciocinio, comecei a correr para a uma estrutura que via ao longe, mesmo no limiar do que era possível ver através da chuva, que ficava cada vez mais forte.\na estrutura estava cada vez mais proxima, já tinha forma, um palheiro sem portas.

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melhor que nada, pensei eu.\nexausto, atirei-me para cima da palha.\nmá ideia, estava ensopada da chuva.

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levantei-me a custo como se pesasse uma tonelada.\nretirei a palha molhada para o lado, ate que finalmente consegui sentir-me seco.\nadormeci.\n...\num cao ladrava, alguem gritava, sons de badalos, foi assim que fui arrancado de um sono profundo.\ntudo me doía, espirrei.\nalguem ouviu o meu espirro e aproximou-se.

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ouvi um som metalico característico, uma arma a ser armada.\nsenti um enorme calafrio, seria eu um fugitivo, ou estava apenas a invadir propriedade privada?\ntal como um suspeito faz, ergui-me com as maos à vista.

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o homem apareceu com uma caçadeira apontada, disse algo que eu não percebi de imediato, falava talvez num dialecto estranho, interior, rural.\nperguntava talvez o que eu fazia ali.\ntentei falar, mas nem a minha propria voz eu reconhecia.

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balbuciei devagar que não sabia como tinha ido até ali.\no homem não quis saber pormenores, obrigou-me a entrar na caixa do tractor, para onde também seguiu o cão.\nali fiquei por tempo indeterminado, assustado com o rosnar continuo do cão de guarda, que mesmo sedo pequeno metia respeito.

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aproveitei aquele lugar seco e abrigado e contra todas as espectativas, voltei a adormecer.\nnem me apercebi que o tractor tinha iniciado a marcha e que me estava a levar para longe do campo.\nfui acordado com uma pancada rude nas pernas, dada pelo rijo cajado do aparente pastor/agricultor.

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a custo saí da caixa, olhei em redor, estava numa quinta, de aspecto rudimentar.\nalguns trabalhadores olharam para mim com desprezo, outros simplesmente riam-se.\nque mal teria eu feito? nem sequer me lembrava do meu nome, do que fazia na vida, como ali tinha chegado, quem eram eles para me julgar?

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...

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deram-me de comer, uma papa fria e sem sabor.\ncontinuava a ouvir risos e gargalhadas ao longe, continuava sem saber porquê.\na incerteza começava a instalar-se.

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seria eu um fugitivo?\nestaria com amnésia?\nbolas!

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subitamente tudo se tornou num grande turbilhão, como se o mundo estivesse a ir pelo cano abaixo, perdi a consciencia...\nacordei num chão frio de madeira, tinha o braço encharcado, no chão ao meu lado estava uma garrafa de plástico deitada, meia de água. tudo me doía...\nfoi um pesadelo, caí da cama...\n(C) 2008 Luis Correia

(Leia o post original aqui:[a incerteza])

06/03/2008

ser estúpido ...

(Leia o post original aqui:[ser estúpido ...])

... é apenas triste, nada de mais.

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tenho mesmo muita pena de quem tem a (in)felicidade de ser bronco, estúpido, camelo, idiota, pacóvio e lambe-botas (já estão a ver onde é que isto vai dar)

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quando falei do tema da virtualização aqui hà uns dias, lembrei-me que podia também falar do brilhante conceito que é o out-sourcing. claro que sendo eu, não uso o termo de animo leve, uso-o na sua forma mais literal de 'responsabilizar outros', ficando com os louros apenas se a coisa correr bem.

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o que normalmente se faz é agarrar num grupo de key-(l)users, definir uma estratégia, nomear um bode espiatório (chefe de projecto) e fazer o célebre caderno de encargos. depois abre-se um concurso público e espera-se resultados. normalmente ganha quem apresentar o preço mais baixo, o que não é de espantar.

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agora sugiro um exercicio de estilo, esqueçam a 'regra' normal e vejam a coisa por outro lado, façam antes out-sourcing do chefe! vejamos as vantagens:

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    \n
  1. a coisa tem uma duração pré-estabelecida
  2. \n
  3. tem um plano de principio, meio e fim
  4. \n
  5. se correr mal, a culpa é do out-sourcer
  6. \n
  7. tem uma 'morte' anunciada (acho que referi esta duas vezes)
  8. \n
  9. no proximo projecto há fortes possíbilidades de ser colocado outro 'cromo'
  10. \n
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vou referir ainda outras vantagens menos óbvias: o conhecimento das coisas está com quem as faz (in-house), o preço final fica mais barato, pois mesmo sendo chefe, é só um em vez de uma tonelada de robots para coçar a micose durante 3 meses e fazer o trabalho todo no último mês antes da entrega acordada, menos trabalho para as equipas que criam as contas de login e email, menos espaço ocupado nos file-servers com MP3, apenas um lugar na garagem (que nem sequer deveria existir para essa corja)

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e depois acabava-se de uma vez por todas com as guerrinhas de poder, com os poleiros e com a estupidez que grassa na nossa classe pseudo-dirigente

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e por esta e muitas outras razões é que ser estúpido não é uma arte como muitos pensam, é apenas triste... mesmo!

(Leia o post original aqui:[ser estúpido ...])

23/02/2008

15 minutos

(Leia o post original aqui:[15 minutos])

muitos dos meus conhecidos dizem nunca terem tempo para nada.

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desculpas!

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este é um pensamento a eles e elas dedicado...

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15 minutos parecem ser tao pouco tempo, mas na verdade é o suficiente para nos dar um pouco de descanso.\naquele tempo que dizemos não ter para nós...\nna verdade, já fizeram as contas? sabem quantos 15 minutos há num dia? 96.

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não acham que se gastarem pelo menos um desses blocos de 15 minutos por dia, a fazer algo que vos dê prazer em exclusivo, nem sequer gastam 2% do vosso tempo?

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decerto que concordarão que merecemos muito mais do que esse tempo para nos!

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nesta vida tao agitada, se não dermos um espaco para respirar, subitamente sufocamos...

(Leia o post original aqui:[15 minutos])

DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o jantar

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o jantar])

há que ser sincero, o La Moneda é um local agradável.

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pena que seja um antro para fumadores, a comida não fica com o sabor que devia.\né verdade que passou pouco mais de um mês que a lei está em vigor e para mim, é como se nunca tivesse existido lugares para fumadores.

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mas pronto, é como é e há que saborear o prémio.

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o jantar estava optimo, parece que tudo o que há lá é mesmo muito bom.\no \"chef\" é bastante simpático e afável.

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comento apenas as sobremesas, o crepe de ricotta e a mousse de papaia (que era de goiaba) com a bola de manjericão e lima gelado, estava simplesmente divinal.

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apesar de tudo, gostava que fosse um espaço livre de fumo

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parabens, La Moneda!

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o jantar])

26/01/2008

DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o resultado

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o resultado])

cheguei à Radio antes do meu simpático adversário (João Salgueiro).

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o ambiente que lá se vivia era no mínimo curioso, gente de um lado para o outro, cadeiras a serem movimentadas do escritorio para um dos estudios...

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no geral o ambiente era bem disposto, o que não podia deixar de ser para uma rádio tão jovem e aberta como é a Oxigénio.

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chegado o 'adversário', rápidamente estebelecemos contacto com as trivialidades do costume, entrando também pelas escolhas de cada um, mas claro, sem revelar grandes segredos.

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um pouco depois das noticias das 17:00 lá fomos para um estúdio 'hacked' para o efeito.

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apresentações à parte, lá se começou a batalha...

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ó para ele! \"\"

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depois de ganha a batalha, aqui fica o alinhamento que escolhi:

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    \n
  • Planet Funk - Under the Rain
  • \n
  • José Cid - Fuga para o espaço
  • \n
  • Massive Attack - Inertia Creeps
  • \n
  • Kruder & Dorfmeister - Trans Fatty Acid - Lamb
  • \n
  • Sigur Rós - Í gaer
  • \n
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e disponho da gravação da DJ Battle disponível para quem quiser ouvir (66Mb)

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agradeço a todos os que votaram, aos que ouviram e ainda a todos os que enviaram SMS's de parabens!

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após ter ouvido a gravação na íntegra, ficam ainda os disparates que eu fiz o favor de dizer:

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(relativamente á profissão)\n... sou um informático hardcore ...

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(agradecendo ao fornecedor do album do José Cid)\n... uma pessoa que não conheco em pessoa ...

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(descrevendo o nome do álbum dos Sigur Rós)\n... parece um cão a ladrar ...

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008 - o resultado])

24/01/2008

virtualização

(Leia o post original aqui:[virtualização])

o assunto hoje é muito caustico, preparem-se!

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trata de uma prova de conceito muito em voga nos dias que correm que que consiste em tentar com que uma equipa funcione sobre os principios básicos da auto-gestão, mas indexado ao facto do chefe ser virtual. na verdade é muito simples, ora vejam:

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1) nunca se fazem reuniões com toda a equipa a não ser que que haja indícios de motim,\n2) cada colaborador é mantido na maior ignorancia possível,\n3) o conceito de equipa está apenas no papel e no que se diz aos outros de fora,\n4) nada é planeado préviamente,\n5) trabalhar em cima do joelho passa a ser comum,\n6) e tudo é excepção, logo a excepção passa a ser a regra,\n7) para aborrecer o pessoal, dão-se umas tarefas sem nexo algum, só para entreter e distrair,\n8) nada se faz no tempo certo, até ao ponto em que aquilo que alguem prometeu tem que ser mesmo feito,\n9) e o importante são sempre os doutores e engenheiros, independentemente do que há para fazer.\n10) já chega, voces estão a perceber a ideia

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mas o que realmente chateia são as distribuições de tarefas por 'trinta e um de boca', como nada fica escrito, é depois dificil explicar o que se anda a fazer, pois não há provas. isso e as reuniões de corredor, que são explicadas pelo ponto 1. quando alguem avisa de algo que viu ou leu e que lhe parece relevante, é imediatamente mandado calar, pois estamos de facto a pisar nos pontos 2, 5 e 9. manda-se fazer algo a um e pergunta-se a outro se já está feito, pontos 2 e 3. \"isto é extremamente urgente\", é um frase comum e cobre praticamente todos os pontos, com maior destaque para 1, 2, 4, 6 e 8.

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todos estes exemplos são uma demonstração clara de que a virtualização é o futuro, não tenham dúvidas

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p.s. havia muito mais para dissertar, mas como estou com fome, vou comer algo. pode ser que se estiver inspirado venha continuar :)

(Leia o post original aqui:[virtualização])

DJ Battle - 25 Janeiro 2008

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008])

pois é, eis que aqui o 'je' vai voltar às ondas do ar...

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largas décadas depois das emissões de interferencias às quais eu chamava rádio, vou estar numa rádio a sério, a Radio Oxigénio.

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mais propriamente entre as 17:00 e as 18:00, sendo um dos 'gladiadores do ar' na BJ Battle da tarde.

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a vossa ajuda será no apoio ao 'lobby' para eu ganhar :), e embora não tenha a certeza, acho que o número para onde devem ligar logo a partir das 17:00 é o 210105772, mas para confirmar, ouçam a emissão da rádio em 102.6 (apenas nos arredores de Lisboa) ou no resto do mundo através da emissão online.

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irei agradecer a todos os que me 'apresentaram' aos mais variados grupos que vou escolher para colocar no ar.

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ouçam e divirtam-se :)

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após a emissão irei mostrar quais foram as músicas por mim escolhidas para a DJ Battle.

(Leia o post original aqui:[DJ Battle - 25 Janeiro 2008])

23/01/2008

uma volta (quase) á chuva

(Leia o post original aqui:[uma volta (quase) á chuva]) lá teremos que ir a uma pastelaria ou coisa afim(Leia o post original aqui:[uma volta (quase) á chuva])

19/12/2007

Obras, lombas, buracos e outros factos

(Leia o post original aqui:[Obras, lombas, buracos e outros factos])
quem 'manda' nas estradas, não anda nelas.
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quem autoriza que se façam obras, buracos e valas, não as inspeciona devidamente.
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na verdade, ninguem se preocupa muito, pois as mesmas são feitas para o mais comum dos mortais e não própriamente para os senhores doutores e senhores engenheiros.
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para esses a vida só existe nas autoestradas e vias rápidas, locais onde a plebe não circula, ou por ser a pagantes ou porque simplesmente essa via rápida, de rápida não tem nada ou não leva mesmo a lugar nenhum de interesse.
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para mim, quando ando com a minha acelera decrépita, sinto todos estes buracos, lombas, irregularidades do piso, 'bandas sonoras', tinta sinalizadora de qualquer coisa.
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tudo, mas mesmo tudo passa pela suspensão e vai directo ao corpinho...
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e depois... quem é que se lembra de fazer cortes na estrada de forma completamente aleatoria? pior, quem é que aceita que depois do corte, só tapem o que cortaram, deixando assim uma estrada perfeitamente violada e impraticavel.
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só mesmo cá... incompetentes!
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meus senhores, passem por lá de vez em quando e com um carro tipico da população portuguesa, um da gama baixa-baixa e com pelo menos 12 anos. logo ficam a perceber do que é que eu estou a falar.
(Leia o post original aqui:[Obras, lombas, buracos e outros factos])

22/11/2007

assunto, há, tempo é que nem por isso

(Leia o post original aqui:[assunto, há, tempo é que nem por isso])

tem sido atribulada a vida real, falta tempo para colocar aqui as dissertações habituais.

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fiquem atentos, já nao falta muito :)

(Leia o post original aqui:[assunto, há, tempo é que nem por isso])

11/11/2007

bicicletas, gregórios e travesseiros

(Leia o post original aqui:[bicicletas, gregórios e travesseiros]) vou-me aos travesseiros! quem quiser que me acompanhe\\r\n\r\nenquanto restabeleciamos os níveis de acucar com vários travesseiros, empurrados com café ou galões, o GPS fazia o favor de desemparelhar com o PDA, dando assim por terminado o track do passeio, mada mal dos nossos pecados. sim, porque a aventura estava longe de terminar...\r\n\r\nfica aqui o track para quem quiser ver (requer o google earth) [passeio em sintra|http://www.loide.net/f/sintra-20071110.kmz|pt].\r\n\r\nvoltando aos pedais, havia ainda mais uma subida penosa pela frente, de sintra até chão de meninos (ás queijadas do preto :P), nesta altura já não se viam grandes sorrisos nem grandes piadas (tirando a famosa \"são só mais 50 metros\"), já estava tudo mais que arrasado.\r\n\r\ndepois de ter abastecido de queijadas em formato \"take away\" voltamos a montar no selim para a tirada final, praticamente toda ela a descer. curiosamente aprendi um atalho novo, só não sei é que sou capaz de o fazer de novo, já que o GPS a esta hora estava recolhido...\r\n\r\nos quilometros finais foram feitos em estado lastimável, penosos, complicados... o que vale é que as subidas estavam todas para trás. e acabou...\r\n\r\num dia destes haverá mais!(Leia o post original aqui:[bicicletas, gregórios e travesseiros])

02/11/2007

a febre do tartaruga

(Leia o post original aqui:[a febre do tartaruga])
(em homenagem ao meu colega António Bento)
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amigo, acabei agora de ler todo o teu blog. confesso que fiquei exausto!
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sim, porque deambular pelos reconditos dos pensamentos de um 'atleta' cansa.
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mesmo sendo tartaruga, chegas garantidamente onde muitos outros 'pseudo-lebres' nunca pensariam em chegar.
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a força de vontade pura é o que nos leva a prosseguir em frente, apesar de todos os obstáculos que a sociedade teima em nos ir lançando á frente.
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serves assim de exemplo de que, do nada se consegue tudo.
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força! continua, nós cá estamos para te apoiar!
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um forte abraço!
(Leia o post original aqui:[a febre do tartaruga])

you stupid brits!

(Leia o post original aqui:[you stupid brits!])

note to all readers: i like most Englishmen, but some are truly disgusting

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This is a direct reply made to feedback@mirror.co.uk about an appalling news column written by a biff (crap article from tony something).

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The piece of crap 'journalism' depicted here\n\"crap article from tony something\"\nshows how arrogant and unbelievely stupid you british are.

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I followed all the fairground attraction the McCann's show provided.\nThe only true culprits of this whole mess were the fathers.

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How on earth could they fled Portugal on the same day they were\ndeclared indicted to the case?

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But hey, instead of doing something fruitfull, you decide to attach Portugal.

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So, stick the article up your shitty 'journalist's' ass!

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Vão levar na bilha, seus filhos da puta!

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p.s. Portugal is not Spain, therefore proper naming should have been \"Senhor\" and not \"Señor\", but I guess you missed that school lesson about foreign languages.

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yours truly,\nLuis Correia

(Leia o post original aqui:[you stupid brits!])

01/11/2007

o farol

(Leia o post original aqui:[o farol])

o gato dormitava no parapeito da janela, indiferente ao passar do tempo, suavemente adormecido pelo calor do sol que, perguiçosamente, se deita ao longe.

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o homem suspira ao acabar de ler mais um livro e, vagarosamente, desce a longa escada em espiral até à biblioteca. faz este percurso várias vezes ao dia, entre a troca constante de temas de leitura e a vigia lá no topo.

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porém, nem sempre assim foi, os dias eram ocupados com decisões que influenciariam a vida de milhares de pessoas, e as noites... bom, essas tinham mais vida própria do que alguém poderia um dia imaginar.

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a vida passou-lhe num instante e um dia, ao ver um por do sol, ele tomou a sua decisão, largar tudo e começar a viver de facto a sua vida. passou a ter tempo para decidir o que fazer e como o fazer sem ter que satisfazer algum idiota qualquer.

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o mar foi a grande inspiração, o espaço aberto o chamariz para o descanso e o farol a garantia do isolamento. as gaivotas passaram a ser a sua companhia preferida, juntamente com o lucas, o gato pachorrento que dormia o dia todo, apenas mudando de poiso ao sabor do sol.

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o frenesim do lufa-lufa de antigamente desapareceu passado dois meses após ter chegado ao farol. e o estranho é que só notou que na verdade não sentia falta da 'pressa de viver do antigamente'.

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os dias agora passam sem pressa, o jardim cresce pachorrentamente e uma vez por semana o correio passa perto e deixa alguns vestigios da existencia de outras vidas numa caixa perto dali.

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não tem computador, nao tem internet nem telefone móvel. na verdade nada disso lhe faz falta, apenas o mar o alimenta de tudo o que precisa. comunicar com outros membros da sua espécie já não faz grande sentido.

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a vila mais proxima fica a uma exasperante hora de distancia, mesmo no seu decrépito carro e ele evita-a, as pessoas fazem demasiadas perguntas, querem saber da vida de todos, como se a deles não lhes chegasse.

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ele nunca entendeu a sede insaciável que algumas pessoas teem pela vida do alheio, será a falta de algo importante ou relevante ou mesmo uma cuscuvelhice crónica que os impele para a descoberta de algo de novo, algo que as faça ter protagonismo por saber algo do desconhecimento dos outros?

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com a dificuldade em entender tudo isto, ele agradeçe ter poucos os motivos para lá ir, nao fosse a necessidade de comprar algo que não cresce no quintal...

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o 'trabalho' que tem que fazer é simples, manter a lampada ligada de noite. o seu uso para a navegação é pouco, já que ao redor não há baixios perigosos nem penhascos que possam apanhar marinheiros de surpresa. mas num pais de grandes navegantes, um farol a brilhar no escuro faz sempre bem à alma, mesmo com os auxiliares da navegação a tornarem tudo mais seguro.

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o isolamento trouxe-lhe aquilo que nunca teve, paz de espirito. e serviu para provar a teoria de que algumas pessoas nasceram para serem solitarias.

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(assim como eu, pensou o Lucas).\n(C) 2007 Luis Correia

(Leia o post original aqui:[o farol])

23/10/2007

are you a real sysadmin?

(Leia o post original aqui:[are you a real sysadmin?])

answer yourself by doing this fine questionnaire here:

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BOFH

(Leia o post original aqui:[are you a real sysadmin?])

22/10/2007

migrações e mais migrações :)

(Leia o post original aqui:[migrações e mais migrações :)])

olha, então o site já tem um favorite icon?

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temos que agradecer ao CJ pelo design, deste e dos outros logos que já estão em produção no email 'corporativo' eheheheh

(Leia o post original aqui:[migrações e mais migrações :)])
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